Como é difícil avaliar uma espelunca que o atendimento do próprio proprietário é vexatório.
Fui muito mal atendido, por um senhor que se disse proprietário do local.
Dois dias antes do ocorrido, fui atendido por uma senhora que, acredito ser também proprietária, pois como o estabelecimento vende as refeições na modalidade à vontade, com preço fixo. Mas como havia uma balança, perguntei à mesma se eu poderia, ao invés de almoçar com pagamento fixo, pagar no peso, visto que eu sou bariátrico e me alimento de forma bem minimizada; a senhora prontamente aceitou meu pedido e, assim fiz durante três dias, contudo no quarto dia quem estava no caixa e pesando os alimentos era o cidadão que se apresentou como proprietário, então entreguei o prato a ele e o mesmo pesou e não me falou nada, então segui para fazer minha refeição, como nos dias anteriores.
Durante minha refeição fui abordado pelo elemento e de forma muito desrespeitosa, pois eu estava com mais três amigos almoçando; me abordou para questionar uma porção de sobremesa que eu havia pego e que segundo o mesmo eu não teria direito. Contudo o estabelecimento oferece sobremesa grátis às pessoas que lá almoçam. Em nenhum momento fui informado que a sobremesa é uma modalidade de venda casada, em que você compra um produto ou alimento e é lhe ofertado outro. Então para evitar qualquer mal entendido eu disse a ele que eu pagaria o valor cobrado pelo “à vontade”, mesmo assim o cidadão continuou com grosseria e mencionou que não estava ali para dar comida de graça para ninguém e que o fato de eu ter feito cirurgia bariátrica não seria problema dele. Ele só esqueceu que a minha comida, mesmo sendo pouca, não era de graça, pois quando ele determinou um valor para compor o quilograma do alimento, esse tem valor sim, independente se é um grama ou mil gramas.